Projeto Day by Day: o melhor de mim

O projeto Day by Day foi idealizado pela Cin e assim que ela deu a ideia eu quis participar porque além desse mundo de gente linda que tá fazendo parte dele, achei ser uma forma de me forçar a escrever mais por aqui. Cada mês teremos um tema diferente e pra começar nada melhor do que uma apresentação do que achamos que é mais incrível em cada uma de nós. Vamos lá?

Fazer esse post foi um presente que veio na hora certa pra mim. Já comentei aqui sobre as crises que tenho vivido e que tem sido bem chatinha essa fase de não se sentir tão bem comigo mesma. Mas quando eu tive que parar, sentar e escrever um pouquinho sobre as coisas boas que eu vejo em mim, acho que acabei percebendo que às vezes, me cobro demais e nem sempre isso é bom, né? Essa cobrança exagerada faz com que eu aumente meus pontos fracos e diminua os fortes, fazendo com que eu me sinta bem pequenininha e por isso escrever sobre o melhor de mim tá sendo tão importante além de me possibilitar de certa forma fazer as pazes comigo mesma.

Eu sou uma pessoa muito muito muito persistente: quando eu quero alguma coisa, eu dou a volta no mundo caso precise! Eu corro atrás, acho uma brecha e mesmo quando tudo parece que não tem mais a menor chance de dar certo, eu ainda penso: bom, se tem 1% chance, então ainda dá HAHAHA

Fala que eu te escuto: não importa o assunto, eu to sempre querendo ouvir o que as pessoas que eu gosto tem a dizer, qualquer coisa. Pode me contar. E eu vou ficar muito feliz de ter gente tão querida que divide um pouco da vida comigo <3

O meu humor embora duvidoso é +qd+, obrigada. Pensa numa pessoa que dá risada de tudo inclusive das desgraças, prazer EUZINHA mesmo. As vezes, eu fico até pensando se eu sou problemática mas mesmo me considerando é algo que acabei vendo como uma das melhores coisas que fazem parte dessa pessoinha que vos fala.

Eu escolhi três coisinhas pra falar e embora eu ainda ache beeeem difícil falar em primeira pessoa foi uma tarefa que me propus a fazer e  que gostei bastante. Parar pra se analisar, pode nos fazer descobrir que o que a gente considera ruim, na verdade pode nem é tão ruim assim, né?

 

Como eu disse lá no começo tem muita gente incrível participando desse projetinho, então corre lá e vai ver o que cada uma tem de melhor, vai! <3

Milca / K./ Clara / Cíntia / Kat / Jaque / Nosso Relicário

 

 

 

AS FOTOS DA MINIBOSS

Bom, eu acho que não é segredo pra ninguém que eu ando bem desanimada com a fotografia, né? Se antes eu não perdia uma oportunidade de sair e fazer o máximo de fotos possíveis, hoje bate uma baita preguiça e por mais que eu ame demais tudo isso, tenho achado minhas fotos mais ou menos e fico me segurando pra não apagar várias do meu feed do Instagram.

Aí que há uns meses tinha combinado um ensaiozinho pra comemorar a entrada da Heidy na Miniboss e depois de muito marcar e desmarcar, as fotos sairam! Confesso que pensei que ia acabar não gostando de nada porque é o que tenho feito de melhor nos últimos tempos quando se trata das minhas fotos, mas passei umas horinhas tentando achar uma edit que me agradasse e gostei do resultado. Agora chega de falar e vamos as fotitas <3

 

Antes dos 30

Foto da K.

Faz um tempo que eu tenho receio de escrever coisas muito pessoais na internet. Seja nas redes sociais, blog, etc…mas uma das coisas boas de ficar mais velha é que a gente passa a se conhecer melhor e também a se importar menos, bem menos com qualquer coisa que não seja o que as pessoas próximas da gente tem a dizer e isso nos traz uma paz e liberdade que é boa demais, sabe?

Eu sempre me cobrei muito, me pressionei muito e até já deixei de fazer algumas coisas por medo e desde que comecei a trabalhar com criação e fotografia acredito que isso tenha aumentado bastante. Aquela sensação de que nunca está bom o suficiente. E eu vivo nesse loop de altos em baixos com o processo criativo há bastante tempo.

Os 29 chegaram e junto com eles veio também a famosa crise dos 30, sim ela existe migas e não é nada fácil não surtar. Aos 20 a gente acha que quando chegar nessa idade já vai ter uma vida organizada, dinheiros, trabalho e todas as coisas que a gente acha que vai ter quando na verdade nem sabe o que vai ou não acontecer num futuro tão distante, e aí que você pisca e nada disso aconteceu. Bate aquela sensação de estar no processo pra tudo mas que na prática não tem nada de muito certo e eu já fico morrendo de ansiedade.

E quando esses momentos que tem acontecido cada vez com mais frequência chegam eu respiro, faço um chá quentinho, vejo um seriado e começo tudo outra vez.

 

3 ANIMES QUE VALEM UMA MARATONA

Faz um tempinho que eu não apareço por aqui mas essas últimas semanas foram tão sei lá, que sei lá, viu. Tive que correr atrás de mil documentos pra transferência da faculdade nova e juntando isso com varias outras coisinhas eu nem consegui parar pra pensar no blog. Mas aqui estamos e isso de nada interessa a ninguém e muito menos tem a ver com o assunto do post de hoje HEHE

Eu sou apaixonada pela cultura japonesa, acho tudo lindo fofo maravilhoso e não dá pra pensar em Japão sem pensar em animes, né? To sempre assistindo muitos algum e sempre leio posts sobre seriados que as pessoas não podem deixar de ver e pensei: bom, existem inúmeros animes que eu amo e gostaria de indicar pra todo mundo ver, inclusive, indico. Então, vamos lá pra esse post que vai estar cheio de corações pois não me aguento.

YURI ON ICE

                                                                           

 Eu AMO MUITO MUITÍSSIMO essa história, esses personagens, tudinho! Assisti Yuri on Ice pela primeira vez na casa da Amora <3 e todo mundo tava cantando a trilha super emocionado e eu pensei MAS GENTE? Acabou que no dia não prestei muita atenção pois estava um pouco beubida, confesso. Alguns dias depois lembrei, peguei pra ver e APAIXONEI! A série aborda a vida do patinador de gelo artístico japonês Yuri, que tem como sonho alcançar o patinador russo Victor <3 mas não é só isso, durante os episódios a gente vai se apaixonando pelos personagens, ficando encantada com as trilhas e com o sentimento que a série transmite. Eu suuuuper recomendo e depois me contem se vocês já viram e já se tornaram fãs como eu! HAHAHA

RANMA 1/2

Ranminha <3 é um anime baseado na série de mangás de mesmo nome. O Ranma é ótimo em artes marciais e durante uma viagem, ele cai num poço que faz com que ele se torne mulher quando molhado com água fria e que volte a ser homem quando molhado com água quente. A série é muito divertida e tem vários personagens que eu amo tanto <3 Shampoo <3 e eu acho que todo mundo precisa assistir esse anime pelo menos uma vez na vida.

AVATAR: A Lenda de Aang

                                                         
Gente, eu to numa história de amor com essa animação! Avatar não tem nada a ver com o filme do pessoalzinho azul lá hahaha e também não é um anime e nem japonês; é uma série americana em desenho animado, mas eu gosto taaanto que resolvi colocar nesse post pois critérios: não trabalhamos. A série se passa em um mundo fictício e está relacionada com os quatros elementos: terra, fogo, água e ar. Aang é o Avatar e junto com os seus amigos tem a missão de salvar o mundo dos ataques da Nação do Fogo que quer o que? Óbvio, dominar o mundo! Eu desenvolvi uma relação muito especial essa série e até me emocionei com alguns episódios. Recomendo muitíssimo e espero que todo mundo no mundo, assista! *_*

Honestamente, eu indicaria muitos outros animes que fazem parte da minha lista de favoritos mas o post ficaria gigante, então acabei escolhendo meus 3 amorzíneos pra dividir com vocês.

Espero que gostem <3

Low Poo e a minha transição capilar: parte 1

O meu histórico capilar é uma bagunça enorme hahahahaha! Eu nem lembro há quantos anos que eu não tenho cabelo natural, sem química etc e decidir cortar definitivamente essas coisas da minha rotina não está sendo foi fácil. Então resolvi compartilhar um pouco dessa bagunça toda porque vai que alguém se identifique e lendo esse post tenha mais juízo do que eu, né?

No final do ano passado, depois de bons anos com o cabelo da mesma cor resolvi que precisava mudar e que queria platinar o cabelo mais que tu-do nessa vida…e quando eu coloco algo na cabeça aaaah, mas não tem quem tire, foi assim que eu comecei a estragar o restinho de cabelo (sim, eu tenho 2 fios de cabelo) hahahaha que ainda me resta.

Platinei o cabelo e como critérios não é algo que faz parte dessa minha cabecinha aqui, comecei a passar tonalizante TODA SEMANA pra manter o cabelo branco, e não eu não cuidava nem 10% do que precisava ser cuidado naquela época…vivia de secador e babyliss e pensar em sobreviver sem eles estava fora de cogitação.

Passados uns 3 meses com o cabelo platinado (e destruído), eu não aguentava mais ter que tonalizar toda semana e taquei logo um azul no cabeça toda, pois a vida é isso, sem limites e bom senso. Foi aí que terminei de estragar tudo e de bem ruim o meu cabelo passou a ficar horroroso até com babyliss, porém tão bonita as cores HEHE

Logo depois, passei mais algumas cores e então eu percebi que estava LOUCA, QUERIDA e que ou eu dava um jeito e começava a cuidar da saúde do meu cabelo ou então eu iria terminar careca! Então passei a tesoura, deixei bem curtinho e saí em busca de tudo que se tem nessa internet sobre recuperação, saúde dos fios e como começar a cuidar do cabelo de novo. E logo descobri o Low Poo e o Cronograma capilar (meus amorzinhos <3).

O Low Poo visa diminuir o uso do shampoo e também a cortar o uso de produtos que contenham sulfatos, petrolatos e parabenos, elementos em que a maioria dos shampoos que estamos acostumadas a usar tem. A ideia é garantir a limpeza adequada aos fios mas sem nenhum elemento que é considerado ~proibido pra quem é adepto da técnica. Abaixo fiz uma listinha dos sulfatos que você deve evitar caso queira começar a fazer o Low Poo:

Mas e pra decorar todos esses nomes, gente? Bom, você não precisa. Além da maioria dos produtos indicados para Low Poo virem com indicação na embalagem, existe também um App, o Cabelo Poo que te mostra se o produto que você usa é ou não liberado para isso.

Eu comecei a fazer o Low Poo há 1 mês e juntamente com o cronograma de hidratação, nutrição e reconstrução meu cabelo já é outro!

Fora o Low Poo, diminuí drasticamente o uso de secador, voltei pra cor natural do cabelo e não pretendo usar nenhuma tintura por um bom tempo. Acho que finalmente cheguei naquele ponto da vida em que a gente passa a priorizar outras coisas, sabe? Ainda acho lindo de morrer cabelos coloridos, mas hoje estou optando por um cabelo saudável.

E vocês?

 

 

 

 

VAMOS FALAR SOBRE A PALESTINA?

 

Antes de começar esse post eu queria ratificar que não sou nenhuma especialista em crises internacionais hahaha e tudo o que vou escrever aqui é baseado na minha opinião e também em informações que eu fui acompanhando ao longo do tempo, okay? Ok. Então vamos lá:

Desde a época do colégio eu sempre fui fascinada por história e adorava saber sobre tudo o que tava acontecendo no mundo, sempre fiquei pensando sobre a grandeza dele e em como a gente acaba conhecendo tão pouco, né? Lembro que fiz uma listinha de países do Oriente Médio que gostaria de conhecer e Israel estava entre eles. Foi aí que caí num documentário qualquer sobre a Palestina e desde lá eu resolvi acompanhar o que acontece, e como tem sido difícil pra toda a sua população viver em situação tão desumana.

Mas a gente não fala muito sobre isso né? Essas coisas são do tipo que a gente prefere não ficar pensando porque senão dá um aperto enorme no peito, eu sei. Mas pensar um pouquinho fora da caixa, nunca é demais né, mores?

              Foto: Veja

A Palestina, como era chamada aquela região desde o século 19, era habitada pela população árabe desde muito tempo atrás (bota tempo nisso). Com a 1 e 2 guerra mundial os judeus se viram obrigados a saírem de seus países de origem e boa parte deles também imigraram para essa região. Como os judeus achavam que aquela era a então ~terra prometida~ deles, deu-se início uma série de confrontos entre judeus e árabes, então a nossa querida ONU (rs), resolveu mediar o confronto e criar um estado duplo porém falhou muito que lindamente já que nenhum dos lados aceitou e dali pra cá as coisas só pioraram pro lado dos palestinos.

Israel se auto declarou estado e a disputa pelo território que  também é considerado sagrado pelos árabes – transformou a região em uma das mais tensas do Oriente Médio. De um lado, Israel usa todo o seu poder militar para manter a ocupação. Do outro, os palestinos que são em menor número e com muito menos dinheiro, sem exército e praticamente sem poder se defender, tentam alcançar seu objetivo de criar um Estado próprio. Só que como Israel não aceita a Palestina como estado, eles literalmente demolem casas de famílias muito pobres que passaram a vida pra construir ali, assassinam pessoas, invadem casas no meio da noite e sequestram adolescentes que eles dizem estar envolvidos com ataques terroristas entre mil e uma atrocidades. Horrível, né?

A Palestina vive isolada e o que eu sinto é que ninguém se importa real-oficial.

E porque eu to fazendo esse post? Porque eu acho que não custa nada a gente olhar um pouco em volta e falar sobre questões que a gente deveria sim discutir no cafézinho da tarde com as migas, ou no happy hour com o pessoal do trabalho. A gente não pode resolver nada sozinho, mas pra que quem pode preste atenção, isso tem que partir de todo mundo, não só de mim e não só de você.

E é claro que a questão toda é muito mais complexa do que eu ou qualquer pessoa possa explicar em dois parágrafos, mas se alguém ler e ficar curioso o suficiente pra pesquisar, ver um vídeo no youtube e espalhar pra mais alguém eu já vou ficar felizérrima aqui! HAHAHA

Pra terminar eu vou deixar dois documentários que eu assisti recentemente e que achei ótimos, apesar de um pouco pesados, por se tratar de um tema tão delicado.

1 – Disturbing the Peace

2 – Dead in Gaza

O primeiro tem inteirinho no Netflix então CORRÃO! E depois me falem o que acharam.

<3

 

2017 e a síndrome do não sei

Esse ano está sendo definitivamente o ano do não sei. Não sei quando vou arrumar um job, não sei se vale a pena continuar investindo na fotografia como profissão, não sei se devo continuar a faculdade de Letras e eita, se eu fosse fazer uma lista de tudo o que eu não sei aqui, esse post viraria um mini-livrinho de ~não sei. Mas têm algumas coisas que eu sei, sei no que devo focar e sei também que tá sendo bem melhor do que o ano passado, que foi um aninho pra lá de difícil, viu.

E nessa lista de não sei o que continua, surgiu a ideia de voltar com o blog. Faz alguns meses desde a ideia à sua concretização  e esse deve promete ser assíduo.

O Claudia, Mesmo é sobre todas as coisas que eu gosto e não existe algo que faça mais sentido pra mim do que escrever sobre elas.

Se fizer diferença, ótimo.

 

            Foto da K.